Onde a Fiat ganha e perde no Brasil ao unificar linha com Europa
Já comentei em outra coluna que uma das vantagens da Stellantis no mercado brasileiro era seu nível de autonomia elevado em relação a outras fabricantes, que dependem muito mais do “amém” das matrizes e, muitas vezes, precisam se virar com produtos, empurrados por estas, que pouco têm a ver com a realidade do brasileiro. VEJA TAMBÉM: Chineses tomam a frente da possível indústria nacional de carros elétricos GWM ‘rouba’ nomes de Toyota, VW, Jeep e até Facebook para crescer no Brasil VW: como ficará a gama de carros nacionais da marca sem a família Gol Tal análise vale especialmente para a Fiat , que tem no Brasil seu principal mercado em todo o mundo. É óbvio que a marca italiana já ofereceu para nós produtos globais, como os médios Tempra, Tipo e Stilo, ou pelo menos dedicados a vários mercados emergentes, como a primeira geração do Fiat Palio. Mesmo essas famílias recebiam derivações específicas para o consumidor brasileiro, como a pioneira Fiat 147 Pick-Up e o Fiorino, ou o P...